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OMT apresenta seu informe sobre turismo gastronómico

29-05-2017

Grupo de turistas que prova o alimento

A gastronomia, um componente essencial da história, a tradição e a identidade, também se tornou uma razão importante para visitar um destino. De acordo com o segundo relatório mundial da OMT sobre turismo de gastronomía, este segmento turístico oferece um potencial enorme para a estimular as economias locáis, regionais e nacionais mais que suficiente, e promover a sustentabilidade e a inclusão. O relatório foi apresentado no Terceiro Foro Mundial da OMT sobre Turismo de Gastronomia, celebrado em San Sebastian (a Espanha), em cooperação com o Basque Culinary Center.   

No segundo relatório da OMT sobre turismo de gastronomia mais que inclue dezesseis boas práticas de diferentes países em tais tópicos como o estacionalidad, a formação e a inovação, as iniciativas relacionadas com as tecnologias da informação e a comunicação e itinerários relacionadas com o vinho. A publicação sublinha que, em o que refere à motivação dos turistas, a experiência gastronómica é hoje tão importante como visitar um museu, desfrutar a música ou admirar a arquitetura de um destino. Neste senso, o turismo gastronómico tem um grande potencial para melhorar a gestão dos destinos, promover as culturas e contribuir a outros setores, como a agricultura e a fábrica de comidas.   

O compromisso do turismo de gastronomia com os princípios do sustentabilidade tem sido um das conclusões do Foro acontecido em San Sebastian. Ambientes como a redução da pobreza, o uso eficiente dos recursos, a proteção ambiental e a mudança climática, e a proteção dos valores culturais, o patrimônio e a diversidade são incluídos.   

O evento teve a freqüência de ao redor 250 participantes de 60 países e foi inaugurado pelo secretário geral da OMT, Taleb Rifai, o alcalde da cidade de San Sebastian, Eneko Goia, e o diretor do Basque Culinary Center, Joxe Mari Aizega.   

Outro aspecto realçado no Foro foi que, pela experiência gastronómica, o viajante faz dele estes princípios. Também, e como conclusão, foi sublinhada a necessidade de elaborar medidas políticas apropriadas e um marco forte de gobernanza. Com isto, não só o compromisso dos atores que intervém seria facilitado, mas também a interação entre eles, como também a forja de alianças público-privadas.   

A união entre gastronomia e turismo oferece, então, uma plataforma para revitalizar culturas, conservar o patrimônio material e imaterial, empoderar para as comunidades e fomentar o entendimento intercultural. Estes aspectos foram apreciados especialmente durante as experiências práticas incluídas no Foro, como uma classe de cozinha e um jantar de produtos frescos.  

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